O WordPress tradicional faz duas coisas: armazena o conteúdo e monta as páginas que o visitante vê. No modelo headless, essas funções são separadas.
Como funciona
O WordPress continua sendo o painel onde a equipe escreve e publica. Mas, em vez de gerar as páginas, ele entrega o conteúdo por uma API. A parte visual é construída com outra tecnologia, como o Next.js.
O nome vem daí: o WordPress fica "sem cabeça", sem a camada de apresentação.
Vantagens
Velocidade. As páginas podem ser geradas com antecedência e servidas de forma muito rápida.
Segurança. O painel administrativo fica separado do site público, reduzindo a exposição.
Liberdade de design. Sem as limitações de um tema.
Vários canais. O mesmo conteúdo alimenta o site, um aplicativo e outros sistemas.
Desvantagens
- Custo de desenvolvimento maior.
- Muitos plugins que alteram o visual deixam de funcionar.
- A pré-visualização de conteúdo exige configuração adicional.
- São dois sistemas para manter.
Quando faz sentido
- Sites com muito tráfego, em que desempenho é crítico.
- Projetos com aplicativo e site compartilhando conteúdo.
- Empresas que precisam de uma experiência totalmente personalizada.
Quando não faz
Para um site institucional comum, o WordPress tradicional bem otimizado entrega ótimo resultado com custo menor e manutenção mais simples.
Uma decisão de negócio
Headless não é melhor nem pior. É uma troca: mais desempenho e flexibilidade em troca de mais complexidade. A pergunta é se o seu projeto se beneficia o bastante.
Conclusão
Vale conhecer a opção, mas não adotá-la por moda. A Webparatus trabalha com os dois modelos e indica o mais adequado para cada caso.
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