Workflows
Gatilhos, regras, aprovações e integrações antes de adicionar complexidade probabilística.
Assistentes, agentes, RAG, classificação e workflows integrados a sistemas e documentos com controles proporcionais ao risco.
Modelos generativos ampliam possibilidades, mas não substituem engenharia de processo, dados e avaliação. Separamos tarefas determinísticas, probabilísticas e humanas para construir fluxos mais confiáveis.
Gatilhos, regras, aprovações e integrações antes de adicionar complexidade probabilística.
Ferramentas, limites, memória, permissões e observação de execução.
Ingestão, chunking, busca, citações e políticas de atualização.
Extração, classificação, validação e encaminhamento com revisão quando necessário.
APIs, sistemas internos e fontes de dados com acesso controlado.
Conjuntos de teste, qualidade, custo, latência e incidentes observáveis.
A confiança na saída depende do impacto da decisão. Ações reversíveis podem ter mais autonomia; decisões sensíveis exigem evidência, validação, aprovação e registro.
Regras claras não precisam ser terceirizadas a um modelo.
Contexto e ferramentas respeitam acesso e finalidade.
Qualidade é testada com casos reais e mudanças de modelo.
Cada etapa reduz incerteza e cria um resultado verificável para a próxima.
Tarefas, entradas, decisões, exceções e impacto de erro.
Baseline, protótipo, conjunto de avaliação e limites.
Ferramentas, identidade, dados, observação e aprovações.
Custo, qualidade, incidentes, feedback e melhoria.
Compartilhe o contexto, as restrições e o que precisa mudar. A primeira conversa serve para organizar o problema.
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